22 de fevereiro de 2010
Sabe garoto (...)
5 de fevereiro de 2010
Um presente atrasado.
O amor que eu conto escorre pelas letras, e está presente em cada retalho de momento que eu tentei remendar.
Os momentos se explicam, e tudo parece ser justificável quando se trata de amor. È amor ! Mesmo que torto e inconseqüente. É amor! Mesmo que ilícito e esculhambado.
Não que eu seja perita no assunto, mas sei que isso não tem preço.
Eu defendo essa verdade por encontrar sempre reservas dentro de você em meio as suas vontades e aos erros dele.
E mesmo que a vida continue fazendo seus rodeios. Mesmo que o vento sopre por outras bandas. E que a lua ilumine outros caminhos. Mesmo que os seus dedos não voltem a se entrelaçar. E que não encontrem a estrada de volta, poderá dizer que viveu e amou. E ama. Mesmo parecendo algo bem clichê, os bons momentos continuam impregnados ai, está na sua essência, onde fica tudo de bom que a vida nos leva.
E por isso, só por isso, já valeu a pena ter vivido.
(Mari)
2 de fevereiro de 2010
é ponto final .

Talvez eu não teria que saber de nada ou perdi a base da explicação, não sei realmente.
Já o fato de ter interligado fatos, me iludido sozinha e me enxido de falsas e inexistentes promessas faz com que ninguém mais além de mim perceba que no fundo eu haveria feito muito mais errado que de todas as vezes.
Mas me lamentar não seria a opção mais viavel agora, e sinceramente nunca foi.
Se você se arrepende por deixar que a gota chuva caia ou que o raio do sol entre por entre as brechas da janela o dia não seria molhado e nem mesmo chegaria a ser dia.
Motivos levados, influenciados, imutaveis e até mesmo lastimaveis; é engraçado olhar pra tras e ver como tudo vira sempre a mesma bola de neve, só que porem com uma neve pura de um inverno novo e mais gelida.
Então a gente repara muita coisa que já nem precisa ser lembrada, mas que faria tanta diferença, e que teria mudado tudo - ou quase tudo.
E como se isso bastasse, não basta mas também não muda. E o fato agora é que já que o que ficou lá, seja no verão passado ou no outono turbuleento ,está lá, ficou lá e não sairá de lá. E tudo o que temos daqui pra frente é vida nova, novas estradas pelos velhos caminhos e seguir em frente,seguir sempre.
O que ficou de lembrança para o Gran finale foi um beijo mal acabado, de um caso destroçado e invalido. Um abraço muito esperado e nada lembrado . Um aperto de mão quase que inexistente e um - dois ou três - olhar trocado como se fossem dois esatranhos e dizer enfim que ,eu não saberia dizer porque/quando começou e acabou assim; deixando relatos e retratos.
Isso não faz com que eu comece com o que já acabou, mas começo sabendo que realmente virá algo NOVO, bom e que vai ser traduzido e indroduzido aqui e onde mais puder.
É tempo de abrir as asas e deixar que o vento sopre sua liberdade e me prenda em lugar seguro, e me deixe livre pra saber escolher mas me dê opções.
É tempo de fechar os olhos e começar a voar, de novo pra sempre -até que chegue ao fim !
