
Então, eu não sei dizer pra certos o que seria tudo isso que não compreendi ainda.
Talvez eu não teria que saber de nada ou perdi a base da explicação, não sei realmente.
Já o fato de ter interligado fatos, me iludido sozinha e me enxido de falsas e inexistentes promessas faz com que ninguém mais além de mim perceba que no fundo eu haveria feito muito mais errado que de todas as vezes.
Mas me lamentar não seria a opção mais viavel agora, e sinceramente nunca foi.
Se você se arrepende por deixar que a gota chuva caia ou que o raio do sol entre por entre as brechas da janela o dia não seria molhado e nem mesmo chegaria a ser dia.
Motivos levados, influenciados, imutaveis e até mesmo lastimaveis; é engraçado olhar pra tras e ver como tudo vira sempre a mesma bola de neve, só que porem com uma neve pura de um inverno novo e mais gelida.
Então a gente repara muita coisa que já nem precisa ser lembrada, mas que faria tanta diferença, e que teria mudado tudo - ou quase tudo.
E como se isso bastasse, não basta mas também não muda. E o fato agora é que já que o que ficou lá, seja no verão passado ou no outono turbuleento ,está lá, ficou lá e não sairá de lá. E tudo o que temos daqui pra frente é vida nova, novas estradas pelos velhos caminhos e seguir em frente,seguir sempre.
O que ficou de lembrança para o Gran finale foi um beijo mal acabado, de um caso destroçado e invalido. Um abraço muito esperado e nada lembrado . Um aperto de mão quase que inexistente e um - dois ou três - olhar trocado como se fossem dois esatranhos e dizer enfim que ,eu não saberia dizer porque/quando começou e acabou assim; deixando relatos e retratos.
Talvez eu não teria que saber de nada ou perdi a base da explicação, não sei realmente.
Já o fato de ter interligado fatos, me iludido sozinha e me enxido de falsas e inexistentes promessas faz com que ninguém mais além de mim perceba que no fundo eu haveria feito muito mais errado que de todas as vezes.
Mas me lamentar não seria a opção mais viavel agora, e sinceramente nunca foi.
Se você se arrepende por deixar que a gota chuva caia ou que o raio do sol entre por entre as brechas da janela o dia não seria molhado e nem mesmo chegaria a ser dia.
Motivos levados, influenciados, imutaveis e até mesmo lastimaveis; é engraçado olhar pra tras e ver como tudo vira sempre a mesma bola de neve, só que porem com uma neve pura de um inverno novo e mais gelida.
Então a gente repara muita coisa que já nem precisa ser lembrada, mas que faria tanta diferença, e que teria mudado tudo - ou quase tudo.
E como se isso bastasse, não basta mas também não muda. E o fato agora é que já que o que ficou lá, seja no verão passado ou no outono turbuleento ,está lá, ficou lá e não sairá de lá. E tudo o que temos daqui pra frente é vida nova, novas estradas pelos velhos caminhos e seguir em frente,seguir sempre.
O que ficou de lembrança para o Gran finale foi um beijo mal acabado, de um caso destroçado e invalido. Um abraço muito esperado e nada lembrado . Um aperto de mão quase que inexistente e um - dois ou três - olhar trocado como se fossem dois esatranhos e dizer enfim que ,eu não saberia dizer porque/quando começou e acabou assim; deixando relatos e retratos.
Sem demais, sem rancor - sem porquês - , com carinho da mais nova escritora que virou a pagina e começou introduzindo o que ficou por concluir.
Isso não faz com que eu comece com o que já acabou, mas começo sabendo que realmente virá algo NOVO, bom e que vai ser traduzido e indroduzido aqui e onde mais puder.
É tempo de abrir as asas e deixar que o vento sopre sua liberdade e me prenda em lugar seguro, e me deixe livre pra saber escolher mas me dê opções.
É tempo de fechar os olhos e começar a voar, de novo pra sempre -até que chegue ao fim !
Isso não faz com que eu comece com o que já acabou, mas começo sabendo que realmente virá algo NOVO, bom e que vai ser traduzido e indroduzido aqui e onde mais puder.
É tempo de abrir as asas e deixar que o vento sopre sua liberdade e me prenda em lugar seguro, e me deixe livre pra saber escolher mas me dê opções.
É tempo de fechar os olhos e começar a voar, de novo pra sempre -até que chegue ao fim !
(Manu)
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